O que é Knowledge Operations
KO como disciplina operacional: quatro pilares, papéis, métricas e diferença prática em relação à wiki estática.
Blog · Engenharia operacional
Perspectivas práticas sobre engenharia operacional: Knowledge Operations, testes de performance, FinOps, qualidade em tempos de IA, entrega ágil, desenvolvimento assistido e suporte especializado, para quem opera sistemas críticos.
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KO como disciplina operacional: quatro pilares, papéis, métricas e diferença prática em relação à wiki estática.
Sintomas de conhecimento que não opera, imposto cognitivo mensurável e o que muda com mapa, laudo e runbook curado.
Por que copiloto sem contexto governado é risco operacional, camadas, sequência correta e caso de runbook obsoleto.
Git como fonte editorial, fontes heterogêneas e incremento por evidência, sem big bang documental.
Acesso por papel, curadoria com approval gate, laudo rastreável, governança que auditoria consegue verificar.
Serviço de contexto, modelos de entrega: operação gerenciada, plataforma ou híbrido.
Fases Perfwise, cenário de negócio, SLI e laudo priorizado, engenharia antes do pico real.
DORA na prática, CAB útil, error budget e memória institucional, agile que produção aguenta repetir.
MCP na IDE, segregação multi-cliente, agentes com gate e piloto com métrica, não rollout no mês um.
Gates de pipeline por path, supply chain e DORA, qualidade quando o copilot triplica o diff.
Showback, tags com enforcement, ritual trimestral e FinOps de LLM, com caso EdTech em GKE.
Classes 1, 4, mapa contextual, laudo com numeração e métricas de operação que melhora no trimestre.
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